Primas amigas ;))
Nem sei bem por onde começar. Normalmente não escrevo assim abertamente de assuntos pessoais, no entanto, ao ver uma fotografia novamente, veio-me ao coração um calorzinho agradável que despoletou este texto.
Eu estava a ver fotografias e vi uma minha e das minhas primas, Joana e Mafalda. Nós moramos longe umas das outras e só nos vemos duas ou três vezes por ano, quer dizer, elas vêem-se todos os dias porque são irmãs, mas nós as três é só de vez em quando.
Sempre que vou ter com elas estou bastante envergonhada e, normalmente, não falo muito nem sinto muito. Porém, quando fui ter com elas para celebramos a Páscoa foi diferente. Algo mudou. Mudou e para melhor. Percebi que gostava mesmo delas e que tenho pena de morarmos tão longe.
Durante o dia, nós fomos todos passear de carro, eu, a Joana, a Mafalda e o meu irmão. Foi tão estranho ver a Joana a conduzir. Foi tão estranho ver, quem para mim é uma criança, a conduzir o carro onde íamos! Para mim é uma criança porque custa-me pensar e aceitar que estamos a crescer, esta é para mim a sensação mais estranha do mundo. E eu gostei tanto daquele momento! Mesmo não estando quase tempo nenhum juntos, havia uma ligação, um à vontade tão bom!
Foi talvez a primeira vez que nos senti assim, unidos como primos, como amigos e como irmãos. Foi talvez a primeira vez que percebi que gostava mesmo das minhas primas apesar da distância. Foi aí que percebi que, para nós, nunca crescemos, nunca mudamos.
CVH
Eu estava a ver fotografias e vi uma minha e das minhas primas, Joana e Mafalda. Nós moramos longe umas das outras e só nos vemos duas ou três vezes por ano, quer dizer, elas vêem-se todos os dias porque são irmãs, mas nós as três é só de vez em quando.
Sempre que vou ter com elas estou bastante envergonhada e, normalmente, não falo muito nem sinto muito. Porém, quando fui ter com elas para celebramos a Páscoa foi diferente. Algo mudou. Mudou e para melhor. Percebi que gostava mesmo delas e que tenho pena de morarmos tão longe.
Durante o dia, nós fomos todos passear de carro, eu, a Joana, a Mafalda e o meu irmão. Foi tão estranho ver a Joana a conduzir. Foi tão estranho ver, quem para mim é uma criança, a conduzir o carro onde íamos! Para mim é uma criança porque custa-me pensar e aceitar que estamos a crescer, esta é para mim a sensação mais estranha do mundo. E eu gostei tanto daquele momento! Mesmo não estando quase tempo nenhum juntos, havia uma ligação, um à vontade tão bom!
Foi talvez a primeira vez que nos senti assim, unidos como primos, como amigos e como irmãos. Foi talvez a primeira vez que percebi que gostava mesmo das minhas primas apesar da distância. Foi aí que percebi que, para nós, nunca crescemos, nunca mudamos.
CVH


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